Um pouco do céu em Capetown. O Nordeste estava lá!

Entre quase 200 nações, centenas de denominações, organizações, instituições e movimentos em missões, estava o Brasil, o nordeste, a ACEV.
A dinâmica do evento foi surpreendente, nos subdividiram por afinações de atuação, região e língua, em mesas que chamávamos de Table group, onde contávamos com no máximo de 7 pessoas. Na minha mesa haviam 5, só eu falava português, os outros todos espanhol, e dois também falavam inglês. A representação em minha mesa era: Chile, El Salvador, Costa Rica, Bolívia (uma missionária Norueguesa), e Brasil.
Entre quase 200 nações, centenas de denominações, organizações, instituições e movimentos missionários, estava o Brasil, o nordeste, a ACEV.
A dinâmica do evento foi surpreendente. Os grupos, de no máximo 7 pessoas, foram subdivididos de acordo com a afinidade de atuação, região e língua, em mesas que chamávamos de Table group. Na minha mesa havia 5, só eu falava português, os outros todos espanhol, e dois também falavam inglês. Os países representados na minha mesa foram: Chile, El Salvador, Costa Rica, Bolívia (uma missionária Norueguesa que vive ali) e Brasil. Em todo o evento havia um equilíbrio maravilhoso em números de mulheres e homens, jovens e anciãos. Havia uma surpreendente diversidade de serviços do Reino: pastores, empresários, missionários, líderes de todo tipo e de toda área, não havia menor ou maior, todos eram servos do Reino, pretos, brancos, mistos.
Em nossas reuniões, todas as manhãs, fazíamos devocionais juntos sobre o livro de Efésios. Foram momentos riquíssimos. Em outra parte da manhã discutíamos os textos que foram lidos como preparação para o congresso, nossa bagagem aumentava a cada dia. Testemunhos impressionantes, plenárias de profundos conteúdos em missão integral. Em cada noite participávamos de grandes celebrações representando os continentes. Excepcional! Sei que um pouco do céu foi evidenciado naqueles dias. Cores, rostos, artes, sorrisos, amor, a língua que venceu a barreira das línguas.
Tive a oportunidade de ser relatora da minha mesa e de representar a língua portuguesa no louvor. Ficaram felizes brasileiros, angolanos, moçambicanos, portugueses, e guineeses por poderem cantar em sua língua materna. Muitos contatos foram feitos e possíveis parcerias estabelecidas. Acredito que todos os participantes voltarão para suas atividades, em suas nações, com a ardente vontade de multiplicar tudo que aprenderam, não só no intelecto, mas no coração.

Gleydice Bernardes é professora do SETEBRAE, membro da ACEV e amiga do Paralelo 10.

Fonte: Ultimato
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