Parada Gay e o 'estupro da matemática': evento reúne 220 mil dos estimados 3,5 milhões, colunista da Veja comenta

Apesar dos estimados 3,5 milhões de pessoas na Parada Gay de São Paulo neste domingo (2) por algumas publicações, o evento reuniu cerca de 220 mil, segundo os números do Datafolha.

Com o tema “Para o armário, nunca mais! – União e conscientização na luta contra a homofobia”, a marcha aconteceu na Avenida Paulista, passando pela Rua da Consolação até o centro, neste domingo(2).

A questão dos números foi comentada pelo colunista da Veja Reinaldo Azevedo, que acredita que houve um exagero no número esperado de atendentes durante a divulgação da marcha.

“Até ontem, os jornais falavam que eram esperadas 3,5 milhões de pessoas na Parada Gay de São Paulo. Apareceram, segundo os critérios técnicos adotados pelo Datafolha para medir concentração de público, 220 mil - 50 mil a menos do que em 2012.”

O colunista comenta que a cobertura da imprensa, inclusive das Tv’s, “fazia crer que o número aloprado divulgado pela organização do evento estava certo: 5 milhões de pessoas!!!”

“Vale dizer: a turma multiplicou o público presente por quase… 23 vezes. Terá sido só o frio?” ironizou o jornalista.

Reinaldo Azevedo acredita que a imprensa brasileira esteja vivendo em uma “parada gay permanente” e sempre tratando a questão em “tom militante”.

O colunista relembra, por exemplo, o reconhecimento da união civil pelo Supremo, o que segundo ele, contraria a Constituição. Já o CNJ, diz ele, numa decisão “escandalosamente inconstitucional”, decidiu obrigar os cartórios a fazer casamento.

Além disso, nas telinhas, os gays estão no horário nobre, diz ele. “Já são até vilões de novela, numa sacada espertíssima de Walcyr Carrasco.” Daniela Mercury, que “saiu do armário” recentemente, anunciou no Fantástico o casamento com a sua “esposa”, com direito a beijo na boca.

Assim, o colunista não duvida que especialistas sejam capazes de “estuprar a matemática” em nome da militância.

“A ‘luta’ gay começa a penetrar num terreno perigoso: primeiro, cobrava-se a aceitação - o que parece justo. Depois, a igualdade - sim, por que não? Na aludida reportagem, ‘especialistas’ tentavam outra coisa: demonstrar a superioridade humanista da categoria no cotejo com os heterossexuais. Aí já é sandice.”

Líderes evangélicos também se pronunciaram para mostrar sua indignação na incongruência dos números. 

“Data Folha revela q público da Parada Gay de SP foi de 220 mil pessoas. Os ativistas querem números mentirosos p/ pressionar a sociedade”, expressou o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Fonte: Christian Post
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