Evangélica é assassinada a tiros no Lamarão

A evangélica Claudete Monteiro dos Santos, 43, foi morta a tiros na noite desta quarta-feira, 11, no Loteamento Jardim, no bairro Lamarão. O alvo do crime seria Rodrigo Monteiro dos Santos, um jovem de 19 anos, filho da evangélica, que teria saído do presídio há cerca de duas semanas. Drigão, como é conhecido na comunidade, foi atingido por um tiro de raspão e, mesmo baleado, conseguiu correr e recebeu atendimento médico no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), segundo informou a assessoria de imprensa daquela unidade de saúde.

O crime chocou a comunidade. “Nem sei como vai ser... Só de imaginar que não vou mais vê-la... Uma vizinha tão boa”, desabafou uma vizinha, sem esconder as lágrimas. A identidade da senhora será preservada. O Portal Infonet ouviu moradores da rua 6 do Loteamento Jardim, onde ocorreu o crime, e encontrou versões diferenciadas.
Uma das versões indica que a evangélica teria ido comprar alimentos na companhia do filho e teria se posicionado à frente do jovem, quando os assassinos se aproximaram em uma motocicleta. Mas outra versão indica que a senhora teria ido à mercearia buscar o filho já temendo a violência e só teria sido alvejada pelos tiros depois que Drigão correu, após atingido de raspão em uma das pernas.

Estas duas versões estão sendo alvo de investigações da Divisão de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), segundo informou a delegada Tereza Simony. As investigações estão sendo conduzidas pelo delegado André Gouveia, da 2ª Divisão do DHPP, que já está de posse do relatório policial, onde estão contidos os primeiros levantamentos realizados pela equipe de local de crime daquele Departamento da SSP.

A polícia civil, segundo a delegada Tereza Simony, coordenadora do DHPP, está tentando localizar o filho da vítima, que já saiu do Huse. Vizinhos dele informaram que Drigão teria sido visto na residência durante a madrugada desta quinta-feira, 12, sem saber que a mãe teria sido morta. “Eu vi quando ele chegou na casa, de madrugada, perguntando pela mãe”, revelou uma vizinha. “Não sabia que ela estava morta”, complementou.

Assim que localizado, o jovem será convocado a comparecer ao DHPP para prestar maiores esclarecimentos sobre o crime. Só depois de ouvir o jovem e outras testemunhas do crime, conforme ressaltou a delegada Tereza Simony, a polícia civil se posicionará quanto à versão que predominará no inquérito policial.

Fonte: InfoNet
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